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REVALIDAÇÃO DE DIPLOMAS DE MÉDICOS FORMADOS NO EXTERIOR

Cabe ao Conselho Federal de Medicina (CFM) a responsabilidade e o estabelecimento de normas quanto ao exercício profissional da Medicina no Brasil.

 

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Graças ao desempenho constante do CFM e dos Conselhos Regionais de Medicina (CRMs) a população brasileira fica protegida da ação nefasta dos charlatães que, de forma irresponsável, podem colocar em risco a saúde do povo. O governo federal quer submeter inconseqüentemente, expressiva parcela de população pobre, desassistida, ao charlatanismo.

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A ação de vigilância do CFM e respectivos CRMs, referente ao desempenho da atividade médica, protege a população brasileira contra procedimentos da exclusividade de médico executados por quem não foi legalmente avaliado e fiscalizado pelas entidades, mesmo que tenha sido diplomado em país altamente desenvolvido.

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   Daí a necessidade de médicos formados, brasileiros ou não, em outros países, terem de revalidar o diploma no Exame Nacional de Revalidação – o Revalida – e serem submetidos a exame de fluência em português se forem estrangeiros.

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Uma pergunta que merece ser feita: “Por que o brasileiro acha que o médico formado em outros países é melhor do que o formado no Brasil?” Resposta: Porque o sentimento de auto-estima é baixo em mais de 85% da população brasileira, inclusive nos governantes e demais autoridades – sentimento do complexo de vira-lata, criado pelo falecido escritor e dramaturgo Nelson Rodrigues.

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Paciente em leito hospitalar em Havana, capital de Cuba

É importante o povo brasileiro saber que de cada nove médicos formados em Cuba, submetidos à revalidação de diploma no Brasil, somente um foi aprovado em exame realizado em 2012. Ainda tem mais uma informação para reforçar que o CFM está certo: “De 182 médicos estrangeiros avaliados pelo Revalida, apenas 20 foram aprovados, o que equivale a 10,9%”. Digno de ser levado também ao conhecimento do povo brasileiro, é que no “Revalida do CFM de 2010, de 510 candidatos apenas dois foram aprovados”. De concreto, “quase 90% dos médicos formados em Cuba são reprovados no Brasil”. Por isto o governo socialista da Presidente Dilma, assessorado pela eminência parda, Lula da Silva, tendo como Ministro da Saúde Alexandre Padilha, destituído de sinceridade para o bem social, não menciona e abomina a revalidação de diploma duvidoso de médicos, oriundos do país de Fidel Castro, por causa da possibilidade de alta reprovação e derrubada das pretensões de reeleição em 2014.

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Nº de Escolas de Medicina – Compare estes quatro países e veja a posição do Brasil: EUA – 130; China – 157; Brasil – 197; Índia – 272.

O Brasil forma 17200 médicos por ano para quase 192 milhões de habitantes, enquanto os EUA durante vários anos mantêm um número de 16.000 médicos/ano para população de aproximadamente 303 milhões de habitantes.                                                                                                                                                                                             O temor das entidades e categoria médica brasileira encontra fundamento no precedente que pode ser aberto caso o governo brasileiro decida trazer, para prejuízo do Brasil, médicos de formação duvidosa de países cujos governos não são confiáveis.

Outro aspecto a ser lembrado, entre muitos outros, é a necessidade do médico estrangeiro, cubano ou não, falar e entender o idioma do país.

Para o médico tratar o doente ele precisa fazer perguntas sobre o que o paciente está sentindo e ouvir as suas queixas, isto se chama anamnese. Baseado nas respostas e nos exames clínicos, o médico estabelece uma hipótese diagnóstica que capacita o profissional para a instituição de um tratamento provável. Sem conhecer o idioma e o linguajar regional da população pobre do interior brasileiro fica difícil estabelecer o tratamento correto e fatalmente o médico estrangeiro poderá incorrer em erro, até fatal, com grande freqüência.

 

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Declaração de dois representantes de entidades médicas da Venezuela e da Bolívia que criticam a experiência de importar médicos cubanos  

Os representantes vieram a convite do Conselho Federal de Medicina para relatarem, em um fórum, a experiência de seus países com essa malfadada importação.

O presidente da Federação Médica Venezuelana, Douglas León Natera disse que 30 mil médicos cubanos estão na Venezuela desde 2003 e que não sabem se são mesmo médicos. O governo não permitiu ver nenhuma documentação e os cubanos não apresentaram diplomas.

O vice–presidente da Confederação Médica Latino–Americana e do Caribe, médico boliviano Aníbal Cruz relatou que em 2005 foi firmado um acordo e a partir de 2006 a Bolívia recebeu em torno de 200 médicos de Cuba. Posteriormente, recebeu 2.400 médicos e tempos depois mais 4.200 médicos chegaram de Cuba. Aníbal Cruz diz que não conseguiram nenhuma lista com a especialidade dos médicos cubanos.

Os representantes das entidades médicas da Venezuela e da Bolívia relataram barbaridades médicas cometidas pelos cubanos.

A fonte da informação é Maria Fernanda Ziegler, IG São Paulo; 30/06/2013; 06:00:00.

De acordo com a BBC Brasil, há atualmente 15.000 médicos, 2.300 oftalmologistas e 5.000 técnicos de saúde cubanos trabalhando em 60 países. A medicina é produto de exportação de Cuba.

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Para comparação:

CUBA – é uma ilha no Caribe ou Mar das Antilhas que tem no seu solo a base naval americana na baía de Guantánamo e uma população de 11.163.934 habitantes. Cuba tem 25 faculdades de medicina públicas e uma ELAM (Escola Latino-Americana de Medicina) onde estudam estrangeiros de 113 países, inclusive do Brasil. Acredita-se que em Cuba se formam 11.000 médicos por ano, mais da metade é de estrangeiros.

BRASIL – 4º maior país do mundo em extensão territorial contínua. Tem uma população pouco mais de 192.000.000 de habitantes. Conta com 197 faculdades de medicina e forma por ano 17.200 médicos.

 

CONCLUSÃO

O problema do Brasil não é a falta de médico. O problema brasileiro é a falta de competência dos governantes. Começa pelo governo federal, passa pelos governos estaduais e termina nos governos municipais.

 

OBS.: Acima, três fotos de enfermarias hospitalares em Havana, Cuba, para o povão cubano.

Sugiro aos crédulos e inocentes brasileiros que, acreditam nas incompetentes e oportunistas soluções do Governo Dilma para a saúde do povo pobre e ignorante do interior, pesquisem sobre a Medicina do Brasil, de Cuba e países que receberam “médicos” cubanos.

 

Dr. Edvaldo Tavares – de 1978 a 1980, Primeiro-Tenente e Capitão Médico-Cirurgião do Exército Brasileiro na Colônia Militar do Oiapoque (CMO), Clevelândia do Norte/Amapá, fronteira com a Guiana Francesa.  Major Médico, Diretor do Hospital de Guarnição de Tabatinga/ Amazonas, fronteira com a Colômbia e o Peru, onde além das funções administrativas exerceu as de Cirurgião-Geral do Alto Solimões e, também, Médico Perito Legal credenciado pela Secretaria de Segurança do Estado do Amazonas, AM, de 1986 a 1989.
Projeto Rondon I (fevereiro, 1968) – Acadêmico de Medicina em Iauaretê/AM (Cabeça do Cachorro); Projeto Rondon II (fevereiro, 1969) – Acadêmico de Medicina em Parintins/AM; Projeto Rondon III (fevereiro, 1970) – Chefe de Equipe em Dourados/MS; membro da equipe precursora, representando a Coordenação do Projeto Rondon, na implantação do Campus Avançado da UEG (Universidade do Estado da Guanabara), atualmente Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), julho de 1969, Parintins/AM.
Diretor Executivo da Instituição Raiz da Vida www.raizdavida.com.br  

 

 

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